quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um Olhar Sobre o Mundo

Este será um novo tópico do meu blog. Todas as semanas apresentar-vos-ei as melhores fotos da semana. Bom proveito...



Neste bairro o chão foi pintado... este é o resultado... simplesmente espetacular!










E ainda mais fotos....








































Espero que tenham gostado... Prometo em breve mais algumas fotos.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A Voz do Silêncio - As primeiras páginas

Tic... Tac... Tic.... Tac... na sala de testes só se ouvia o velho relógio da parede. Muitos dos meus colegas ainda terminavam o teste, enquanto eu, já depois de o rever, ficava a olhar para o relógio da parede. Esperava... esperava o toque que ansiosamente desejava. Aquele que finalizava o teste, aquele teste, o teste de filosofia. Tenho que admitir que filosofia não é uma das minhas disciplinas favoritas mas não posso ser cruel em afirmar que não seja interessante. Eu gosto de filosofia... mas podia gostar mais como gosto de Matemática, Física e Química e Biologia e Geologia.
Trrrrrrrimmmmm... o toque. Ouviam-se lápis e canetas a embaterem na mesa como num gesto de alívio. A partir daí não existia mais nada a fazer. Alguns meses de trabalho seria naquele momento julgado. O “stor” diz que o teste terminou e começa a recolher os enunciados e respectivas folhas timbradas. Enquanto isso os murmúrios começavam. Uns a perguntarem aos outros se o teste lhes tinha corrido bem.
O professor insistia para manterem o silêncio mas depois de libertar todo aquele nervosismo quem nos poderia parar? OS últimos estilhaços de esperança estava naquilo que os colegas diziam... comparávamos as respostas... discutíamos as respostas... mas no final, por vezes com algum desânimo e desdém dizemos: “É o que for!” a maneira mais simples de esquecermos a tristeza de algumas repostas erradas e deixarmos para trás aquilo que deveria permanecer no passado.
Saio da sala de testes. Desço as escadas do 3 piso ate ao segundo onde tenho a minha sala de aulas digamos normal. Normal porque é onde passamos a maior parte do tempo. Aquela em que vivemos momentos, partilhamos tristezas, descobrimos segredos e alcançamos vitórias… em turma. A minha turma é como uma segunda família e é onde tenho os meus melhores amigos. É uma turma única, solidária, divertida...
Entro na sala e vejo todos os meus colegas, aqueles que já saíram do teste, em pequenos grupos quase uns em cima dos outros em mais alguns momentos de comparação de respostas... em que se verificam uma, duas ou mesmo três vezes as respostas com aqueles alunos que normalmente tiram boas notas.

A Rita estava la ao fundo, no outro lado da sala ao pé da janela. E quando me vê entrar vem na minha direcção.
“Então? Como te correu?”
“Mais ou menos” – não sabia o que dizer. Francamente foi o teste de filosofia que me correu pior. Mas não há problema, o próximo seria melhor. “ E a ti?”
“Correu bem. Talvez tenha uma ou outra coisa mal, mas no geral correu bem!” diz ela com uma ar sorridente.
Ela é linda: o olhar, aquele olhar, os olhos castanhos esverdeados que nos olham… são irresistíveis. As ondas do cabelo, também castanho deslizam e desvanecem-se pelos ombros. Ela é a Rita Braga dos Santos. Já a tinha conhecido na primária, e sempre tive um fraquinho por ela.
“Vamos almoçar?” pergunto-lhe eu.
“OK...”


Ao sair do bloco do secundário uma leve brisa denunciava o mau tempo que se avistava. O céu estava negro, ameaçando uma chuva intensa a qualquer momento. O céu lembrava uma pintura, negra, na qual se viam salpicos ali e acolá de pequenas frestas que se abriam por entre as nuvens. De lá exaltava uma luz branca quase angelical.
Daí fomos para o pátio principal, que quanto mais andávamos para lá, ia-se desvendado a estrutura principal do colégio. É um grande edifício, imponente e de um cor-de-rosa peculiar.
Este é o meu colégio, e “vivo” nele desde os meus dois anos e meio. Na altura não gostava lá muito porque ansiava sempre a chegada de um parente para me ir buscar. Mas não tardaria para eu me habituar. Foi na pré-escola que encontrei pela primeira vez a minha melhor amiga. Aquela amiga que nos acompanhou sempre na mesma turma até agora e que nos conhece mesmo muito bem. Cindy Pais.

A Voz do Silêncio

Sempre me perguntei em como seria escrever um livro...
E mais uma vez auto desafiei-me a tal...
Neste blog de vez enquando vou escrever uma... duas ou mais páginas de cada vez
que no final poderemos... ou não... ter um livro.
A Voz do Silêncio será um livro inteiramente escrito por mim, em que me basearei nas minhas experiências pessoais. Caso tenham sugestões ou outros caminhos/rumos para dar à história digam-me... seria interessante que construíssemos uma história em que cada um contribuísse para tal.
Obrigado... pelo tempo... e pela possível ajuda que me possam dar.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Um mundo triste?

O mundo é triste porque é isso que o homem faz com que ele seja... Na sua forma mais simples olha-se para o céu e o que é que se vê? azul… um imenso azul... que no dia seguinte estará lá… sempre... o mar, as montanhas.... tudo na natureza é simples...
O homem é um ser complexo e tenta adaptar o mundo à sua forma… e por vezes torna-o triste.
Mas como o mar e o céu… que estará cá para sempre... também gosto de saber que os amigos são para sempre.
A amizade verdadeira é aquilo que se tem de mais precioso na vida e nos momentos de tristeza são os amigos que nos fazem continuar e seguir em frente!!! :D
É na amizade e no amor que residem os sentimentos mais puros, naturais e simples… uma pessoa não precisa de complicar… porque quando se complica não se consegue viver descansado.

Frases Soltas

A vida por vezes é deprimente mas cabe a nós fazê-la mais alegre!


Porque é que a tristeza existe? Para nos recordar que a felicidade também existe!!!


Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver.
Jean de La Bruyère


O Eu procura libertar-se eliminando todos os obstáculos à sua passagem. Em parte é livre, em parte é determinado. Numa palavra a vida é um esforço no sentido da liberdade.
Muhammad Iqbal


A vida é para nós o que concebemos dela. Para o rústico cujo campo lhe é tudo, esse campo é um império. Para o César cujo império lhe ainda é pouco, esse império é um campo. O pobre possui um império; o grande possui um campo. Na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações; nelas, pois, que não no que elas vêem, temos que fundamentar a realidade da nossa vida.
Fernando Pessoa


Tudo quanto fazemos, na arte ou na vida, é a cópia imperfeita do que pensámos em fazer. Desdiz não só da perfeição externa, senão da perfeição interna; falha não só à regra do que deveria ser, senão à regra do que julgávamos que poderia ser. Somos ocos não só por dentro, senão também por fora, párias da antecipação e da promessa.
Fernando Pessoa


Vive como se não houvesse amanha. Aprende como se vivesses para sempre.
Gandhi

Mysterious letter

Yesterday, a letter dating from 10th April 1912 was found in an old house in London.
The paper is yellowish and the handwriting remembers the ancient times. There are also some spots in the sheet which may have been made by some kind of water drops, now already dry.
The letter was written by Thomas Andrews when he was preparing himself to a travel to New York by sea.
He describes that day as an unforgettable day. The excitement and happiness express on his text show us how important was that day. He says he was going to board a brand new transatlantic ship in Southampton’s berth. He mentions the vessel as his “daughter” which maybe strange to an ordinary person. I think he might be the ship’s builder.
The spots probably were made when some relative was reading the letter and the sadness of his departure made him/her to cry. Maybe there were difficult times for his family.
If you might have some additional information about Thomas Andrews, please, contact me. It could be really interesting to know more about the life of this man.

Can you tell me who I’m talking about? Who is Thomas Andrews?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Realidade e a Mente - a fronteira

Todos os dias acordamos e pensamos em como será esse novo dia. Um novo dia... mais um grande conjunto de momentos que partilhamos com outras pessoas e que amanha se tornarão em nada mais do que memórias. A vida é feita de momentos, de sentimentos e de interacções com o mundo exterior. É na fronteira entre o físico e o inimaginável, entre o exterior e a nossa mente em que tudo se passa, em que tudo se transforma. Todos os mais ínfimos pormenores do mundo são traduzidos para sinais que a mente entenda e possa interpretar.
Cada um tem a sua forma única de ver o mundo e é isso que nos torna especiais e únicos. Todas as experiências e as suas respectivas interpretações são condensadas naquilo a que chamamos personalidade, pois são elas que enquanto vivemos, vão moldando o nosso pensamento.
O mais interessante é que mesmo que cada um tenha a sua forma de pensar, as pessoas tiveram a necessidade de desenvolver ferramentas comuns a todos para simplificar a troca de informação: a linguagem e a sua representação gráfica na escrita. O homem quando desenvolveu as suas formas primitivas de linguagem nunca pensaria que seria a base de uma sociedade de desenvolvimento. A palavra representa um conceito, uma ideia, a qual podemos partilhar com outras pessoas. A interacção entre pessoas faz delas melhores pois abre o horizonte de compreensão e interpretação da vida e dos seus problemas. Uma sociedade é como que uma rede que liga cada um dos seu intervenientes. Estes ocupam os seus diversos lugares e interagem com os seus próximos e assim podem-na desenvolver em conjunto e torna-la melhor, quase perfeita, pois é na perfeição que reside a felicidade e é esse o objectivo máximo de cada um de nós.
A comunicação da mente é só possível usando a linguagem: escrita e/ou oral. E desta forma podemos ser um grão de areia na construção de uma pessoa melhor, uma visionária que absorva cada pedaço de informação e por si a interprete de forma a critica-la ou a aceita-la. Pois só com a crítica construtiva se consegue chegar à perfeição. Cada um de nós pode partilhar um pedaço do seu conhecimento e faço um apelo a que todos os que tenham coragem que o façam.

Só numa sociedade de informação é que é possível chegar à perfeição!

Silencious Mind

Silencious Mind é um blog em que se apresenta como uma forma de expressão dos pensamentos mais profundos que a mente possa ter. É no silêncio mais profundo que por vezes pensamos grandes coisas e que nunca é demais para partilhar com aqueles que se sintam dispostos a tal.
Obrigado.